sexta-feira, 22 de julho de 2022

2.978 - SOLIDÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 22 07 2022 e música:

 

 

Quando você foi embora

Em lugar do seu amor

Deixou-me a solidão

Em um peito sofredor

Que machuca, que destrói,

Com sua implacável dor.

 

Meu coração sofredor

Foi por você humilhado

Derramo lágrimas de

Por não tê-la ao meu lado

Sei que não mereço ser

Desta forma machucado.

 

Pra ser assim castigado

Não existe qualquer razão

Levaste tudo que é meu

Só deixou a solidão

Com tua ausência amor

Não tem paz meu coração.

 

Vezes tenho a sensação

Que você está comigo

Imagino ver teu vulto

Abraçá-lo não consigo

Você não está em mim

E nem eu estou contigo.

 

Estou correndo perigo

Perigo de enlouquecer

Dormindo sonho contigo

Mas não consigo te ver

Acordo estou sozinho

E você não vem me ver.

 

Amor você pode crer

Meu sofrimento dar dó

Única certeza que tenho

É que me encontro só

Meu consolo é chorar

Pela mulher meu xodó.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.977 - AS BELEZAS DO SERTÃO.

 

Autor; Erivaldo Alencar.

 

Letra; 22 07 2022 e música:

 

 

Tenho orgulho por ter

Nascido lá no sertão

Terra dos meus genitores

Que eu amo de coração

Sertão de belezas raras

Minha terra minha paixão.

 

Eu amo de coração

A terra em que nasci

Onde vivi minha infância

Com muito amor cresci

Junto com minha família

Muito feliz eu vivi.

 

A terra em que nasci

Fica no alto sertão

Terra de belezas raras

Boa para plantação

De céu límpido e azul

Frondosa vegetação.

 

Produtora de algodão

De milho, feijão e ata.

De fava e macaxeira

Mandioca e batata

De sol forte escaldante

E de luar cor de prata.

 

Oh terra de verde mata

Flores e encanto mil

Cachoeiras barulhentas

De um povo varonil

Uma terra aconchegante

A mais linda do Brasil.

 

Lugar de gente gentil

Uma terra acolhedora

Rios de águas cristalinas

Boa terra produtora

População carismática

E gente respeitadora.

 

Uma terra promissora

De produção de algodão

Das festas de São Gonçalo

De São Pedro e São João

De baião de cantorias

Forró e animação.

 

 

De desbulha de feijão

Do roço da capoeira

Do mungunzá com toicinho

Do banho de cachoeira

Da cata do algodão

Do plantio da bananeira.

 

Da foice e da roçadeira

Da pulação da fogueira

Da contação de histórias

De folguedo e brincadeira

Também do maneiro pau

Também da mulher rendeira.

 

Da cauã na aroeira

Do juriti e cancão

Do cantar da Asa-branca

Das garças e do gavião

orgulho em descrever

As belezas do sertão.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.976 - O FUTURO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra:22 07 2022 e música:

 

 

O Presente é importante

Muito mais é o futuro

O presente estou vivendo

O futuro é escuro

Futuro trás esperanças

No presente passo apuro.

 

Eu espero no futuro

Meus sonhos realizar

Tudo tem sido difícil

As conquistas alcançar

Vou continuar lutando

Para lá puder chegar.

 

É meu dever de buscar

Sem jamais desvanecer

Todos meus objetivos

Na esperança de vencer

Ter um futuro melhor

E um novo alvorecer.

 

Pois não só basta querer

É necessário buscar

Lutar com muito esforço

Sem jamais desanimar

Ter espírito positivo

Brigar se for pra brigar.

 

Temos sempre que atacar

Enfrentar os desafios

Vencer todos os obstáculos

Com muita garra e brios

Honestamente e com fé

Sem fraldes e sem desvios.

 

Sem cometer extravios

Investir com seriedade

Defender os interesses

Boa produtividade

Sem machucar o seu sócio

Agir com conformidade.

 

Usar da dignidade

Não ficar encima do muro

Querer o melhor pra todos

Ser mui sincero e seguro

Confiar no Criador

E acreditar no futuro.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

quinta-feira, 21 de julho de 2022

2.975 - SER NA VIDA VENCEDOR.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 21 07 2022 e música:

 

 

O desânimo não vence

Se não quero ser vencido

Só espero que não pense

Que estou desvanecido.

 

Contrariamente eu digo

Sou mais forte que leão

Nem forçado me obrigo

Andar pela contramão.

 

O desânimo desfaço

A fortaleza euabraço

Com muita fé e amor.

 

Em Deus tenho segurança

Quem busca com fé alcansa

Ser na vida vencedor.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.974 - SE NEM A MIM NÃO CONSIGO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 21 07 2022 e música:

 

 

Mudar a mim não consigo

Quanto mais mudar o mundo

Sem mudança me obrigo

Viver igual vagamundo.

 

Embora sendo normal

Sinto precisar mudar

Eu sei que não é legal

Eu ter que me conformar.

 

Não me conformo com isto

Devotamente insisto

Na guerra do eu comigo.

 

Que eu querer transformar

Como ao mundo vou mudar

Se nem a mim não consigo.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.973 - CADÊ A FELICIDADE II.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 20 07 2022 e música:

 

 

Cadê a felicidade

Que não consigo encontrar

Estou preciso de ajuda

De alguém pra me informar

Quero saber com urgência

Onde é que ela estar.

 

Eu a quero encontrar

Assim ser feliz na vida

Ainda não a conheço

Talvez esteja perdida

Por onde anda não sei

Talvez esteja ferida.

 

Ou então anda esquecida

Por certo não quer me ver

Existe ou não existe

Onde etar quero saber

Pois de uma vez por todas

Quero deixar de sofrer

 

Apenas ouço dizer

Que existe felicidade

Se existe não é pra mim

Ou então não é verdade

Se4u lugar tá ocupado

Pela infelicidade.

 

Digo com sinceridade

Eu não acredito nela

Mesmo sem ver continuo

Por ai buscando ela

Sabendo que muita gente

Tá sempre falando dela.

 

Não acredito que ela

Possa existir de verdade

Pra mim são só fantasias

Cração da humanidade

Mas com o passar dos tempos

Virou i9nfelicidade.

 

Cadê a felicidade

Que a eu não aparece

Por que me castiga tanto

O porque que me esquece

É mentira ou verdade

A dúvida permanece.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

2.972 - NÃO ADIANTA QUERER SER.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 20 07 2022 e música:

 

 

Não adianta

Querer ser dono do mundo

Mais fãcil ficar corcundo

Que a este feito chegar

Não adianta

Se querer ter o poder

Nen tudo querer fazer

Pois a chegar lá não dar.

 

Foi no Nordeste

Que nasceu a cantoria

A terra da poesia

Da cultura popular.

 

Não adianta

Se querer ser o maior

Termina sendo o menor

O jeito é se conformar

Que adianta

Ter um mundo perfeito

Mas só tendo o direito

O direito de sonmhar.

 

Foi no Nordeste

Que nasceu a cantoria

A terra da poesia

Da cultura popular.

 

Não adianta

Se querer ter a riqueza

Se a desgraça da pobreza

Vive nos atormentar

Que adianta

Se querer sempre o melhor

Mas se só vem o pior

Não dá mais pra aguentar.

 

Foi no Nordeste

Que nasceu a cantoria

A terra da poesia

Da cultura popular.

 

Que adianta

No saber ser um doutor

Cientista ou professor

Se não posso trabalhar

Não adianta

Querer voltar a menenice

Se o diabo da velhice

Não há como evitar.

Foi no Nordeste

Que nasceu a cantoria

A terra da poesia

Da cultura popular.

 

Não adianta

Se querer ser importante

Se o fracasso a todo instante

Estar a me acompanhar

Não adianta

Q uere a felicidade

Se a infelicidade

Vive a me atormentar.

 

Foi no Nordeste

Que nasceu a cantoria

A terra da poesia

Da cultura popular.

 

 

 

Francisco Erivaldo Pereirta Alencar.