quinta-feira, 4 de abril de 2013

1.640 – ANTES DE TUDO ACABAR

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 04 2013 e música;


Cadê a chuva meu Deus
Porque que não faz chover
Pra salvar os filhos teus
Pra deixarmos de sofrer.

A terra esturricada
A criação ta morrendo
A água quase acabada
E o sertanejo sofrendo.

O gado em extinção
Peço tua compaixão
Pra com chuva nos salvar.

Com seu poder infalível
Acabe a seca terrível
Antes de tudo acabar.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.639 – DEIXAREI DE TER PROBLEMA

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 04 2013 e música;


Se o assunto for problema
Não há de que me queixar
Minha vida é um dilema
Eu tenho que concordar.

Tudo é difícil pra mim
A sorte não me ajuda
A vida se torna ruim
Sem ninguém que lhe acuda.

Procuro fazer o certo
Mas como eu não acerto
Aumenta mais meu dilema.

Até quando vou sofrer
Talvez só quando morrer
Deixarei de ter problema.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.638 – NUNCA MAIS QUERO FAZER

Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 04 2013 e música;


Ninguém pode imaginar
Do susto que eu levei
Com o preço da passagem
No ônibus que eu tomei.

Meu dinheiro era pouco
Pra eu poder viajar
Para em outra cidade
Um documento pegar.

Fiz os cálculos direitinho
Da despesa da viagem
Perdi-me no orçamento
Com o preço da passagem.

Porque o preço da mesma
Teve o valor diferente
Do orçamento calculado
Que me deixou descontente.

Tive que economizar
E passar fome até
Nem sequer eu merendei
Para não voltar a pé.

Viajar é muito bom
Tanto a negócio e lazer
Mas viagem como esta
Nunca mais quero fazer.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.637 – EM NOME DA SALVAÇÃO


Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 04 2013 e música;


Não é por falta de igreja
Que almas vão para o inferno
Olhe ao seu redor e veja
A presença do pai eterno.

Há tantas igrejas no mundo
Que se anda tropeçando
Estou ficando corcundo
De ouvir os servos pregando.

Há igrejas por aí
Procurando difundir
A palavra do perdão

Sempre buscando mais sócios
Muitas fazendo negócios
Em nome da salvação.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

1.636– O QUE É FELICIDADE.


Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 04 2013 e música


O que é felicidade
Ainda estou por saber
Façam-me a caridade
E o favor de dizer.

Eu preciso ser feliz
Como ser inda não sei
Deixar de ser infeliz
Foi sempre o que busquei.

Inda não fui informado
De mentir estou cansado
Também chega de fingir.

O que é felicidade
Quero saber a verdade
E assim parar de mentir.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar 

1.635 – PARA CURAR MINHA DOR


Autor; Erivaldo Alencar.

Letra; 04 04 2013 e música;


Não há homem neste mundo
Que não tenha um amor
Só eu sou uma exceção
Um infeliz sofredor.

Nunca tive um alguém
Que me desse amor sincero
Viver assim como vivo
Na solidão não tolero.

Que adianta ser rico
E não ter um bem-querer
Igual pássaro solitário
Eu vivo a vida  a sofrer.

Eu nunca tive o prazer
De ter alguém pra amar
Nos meus poemas singelos
Procuro desabafar.

Minha casa um vazio
No meu quarto só tristeza
Que sem a voz feminina
É uma tumba com certeza.

Quando a noite chega
Que eu paro pra repousar
Meu coração entristece
Soluçando vou chorar.

Com meu peito angustiado
Vou para a cama vazia
Sem sono os olhos secam
Assim amanheço o dia.

Os meus bens não são bastante
Para atrair a mulher
Mas tenho amor sincero
Pra dar pra quem me quiser.

O que tenho de errado
Para ninguém me querer
Amando sem ser amado
Eu levo a vida a sofrer.

Não há ninguém neste mundo
Que não tem um grande amor
Também preciso de um
Para curar minha dor.

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.   

terça-feira, 2 de abril de 2013

1.634 – A VIOLÊNCIA ANDA SOLTA

Autor; Erivaldo Alencar

Letra; 02 04 2013 e música;


Que está acontecendo
Com toda humanidade
Violência anda solta
Em alta velocidade.

Pois não se tem mais controle
Nem dos seus próprios impulsos
Com nervos a flor da pele
Facilmente perde pulsos.

Não se pode mais fazer
Brincadeira com ninguém
Pois duma forma grosseira
A resposta logo vem

Infelizmente as pessoas
Perderam a paciência
Sem perceber foi trocado
Amor pela violência.

É na rua é na escola
No comércio no emprego
No lazer e na família
Não existe mais apego.

Fala-se muito de paz
De amor e de prudência
Mas por traz desta roupagem
Que se ver é violência.

Nós vemos nas pegadinhas
Nos programas da TV
Mostrando a realidade
Para todo mundo ver.

A violência anda solta
Jamais há como negar
Incriminar é tão fácil
Difícil é consertar.


Francisco Erivaldo Pereira Alencar