Autor: Erivaldo Alencar.
Letra: 31 03 2026.
Vou narrar este trabalho
Com muita seriedade
Sem cometer injustiças
Pois tenho capacidade
Sem medo de cara feia
E só narrar a verdade.
Sou nordestino bravio
E poeta escritor
Nascido no Comboeiro
Na terra do lavrador
No interlã cearense
Brasileiro de valor.
Sou um cidadão sincero
Amo a quem me admira
Desconjuro a covardia
Falsidade me dar ira
Acredite quem quiser
Tenho nojo da mentira.
Amo fazer poesias
E capricho no que faço
Minha inspiração é fértil
No verso não me embaraço
Eu tenho auto domínio
Sou vento que faz regaço.
Sou amigo do amigo
Meu inimigo respeito
Sou igual leão ferido
Pra defender meu direito
Amante da natureza
Fuxicada não aceito.
Pra alcançar meus desejos
Sou um cara persistente
Sou forte igual Sansão
Em Jesus Cristo sou crente
Quando tentam me humilhar
Eu fico igual serpente.
Deus me deu livre arbítrio
Pra escolher o que quero
Então escolhi o bem
Ser feliz é o que espero
Não admito arruaças
Baderneiros não tolero.
Admiro a inteligência
Tenho amor ao saber
Gosto da pessoa honesta
Que cumpre com seu dever
Condeno a malandragem
Arrogância e desprazer.
Odeio enxerimento
E a pessoa confuseira
Gosto da pessoa sabia
Que jamais fala asneira
E da pessoa humilde
Que não comete besteira.
Sei que não sou puritano
Reconheço meu lugar
Tenho pena do fanático
Que passa a vida a teimar
De quem pensa saber tudo
Nem sequer sabe falar
Sou contra a violência
Amaldiçoou a pobreza
Tenho nojo da duvida
Mas confio na certeza
Idolatro a confiança
Enalteço a beleza.
Eu amo fazer soneto
Escrevo e dou garantias
Admiro os repentistas
Versando em cantorias
Aproveito e mando o meu
Matulão de poesias.
Francisco Erivaldo Pereira
Alencar
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