terça-feira, 31 de março de 2026

3.454 - MATULÃO DE POESIAS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 31 03 2026.

 

 

Vou narrar este trabalho

Com muita seriedade

Sem cometer injustiças

Pois tenho capacidade

Sem medo de cara feia

E só narrar a verdade.

 

Sou nordestino bravio

E poeta escritor

Nascido no Comboeiro

Na terra do lavrador

No interlã cearense

Brasileiro de valor.

 

Sou um cidadão sincero

Amo a quem me admira

Desconjuro a covardia

Falsidade me dar ira

Acredite quem quiser

Tenho nojo da mentira.

 

Amo fazer poesias

E capricho no que faço

Minha inspiração é fértil

No verso não me embaraço

Eu tenho auto domínio

Sou vento que faz regaço.

 

Sou amigo do amigo

Meu inimigo respeito

Sou igual leão ferido

Pra defender meu direito

Amante da natureza

Fuxicada não aceito.

 

Pra alcançar meus desejos

Sou um cara persistente

Sou forte igual Sansão

Em Jesus Cristo sou crente

Quando tentam me humilhar

Eu fico igual serpente.

 

Deus me deu livre arbítrio

Pra escolher o que quero

Então escolhi o bem

Ser feliz é o que espero

Não admito arruaças

Baderneiros não tolero.

 

 

Admiro a inteligência

Tenho amor ao saber

Gosto da pessoa honesta

Que cumpre com seu dever

Condeno a malandragem

Arrogância e desprazer.

 

Odeio enxerimento

E a pessoa confuseira

Gosto da pessoa sabia

Que jamais fala asneira

E da pessoa humilde

Que não comete besteira.

 

Sei que não sou puritano

Reconheço meu lugar

Tenho pena do fanático

Que passa a vida a teimar

De quem pensa saber tudo

Nem sequer sabe falar

 

Sou contra a violência

Amaldiçoou a pobreza

Tenho nojo da duvida

Mas confio na certeza

Idolatro a confiança

Enalteço a beleza.

 

Eu amo fazer soneto

Escrevo e dou garantias

Admiro os repentistas

Versando em cantorias

Aproveito e mando o meu

Matulão de poesias.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

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