domingo, 22 de fevereiro de 2026

3.433 – QUE ME FAZEM PADECER.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 21 02 202.

 

 

Nada para mim importa

Tenho certeza em dizer

Com minha saúde morta

Faz o meu corpo doer.

 

Busco daqui e dali

Remédio pra eu tomar

Pelo o tempo que vivi

Não consigo me curar.

 

As pernas doem demais

Meu calcanhar machucado

Saúde, não tenho mais,

Eu estou preocupado.

 

Doe e queima o pé direito

Meus braços são doloridos

Nada em mim tá perfeito

Meus punhos estão doidos.

 

A diabete me consome

Também tenho hipertensão

Bursite também tem nome

E machucam de montão.

 

Hérnias de disco tenho

Muito me fazem sofrer

Esforços eu desempenho

Mas não param de doer.

 

A hemorroida também

Causa-me constrangimento

Esporões de galo quem tem

É grande o sofrimento.

 

Problemas intestinais

Também me dão desprazer

São estas e outras mais

Que me fazem padecer.

 

 

Francisco Erivaldo Erivaldo Pereira Alencar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

3.432 - MAS COM VOCÊ NUNCA MAIS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 21 02 2026.

 

 

Não, Não e não,

Não venha me seduzir

Com charme malicioso

Não vou mais me iludir.

 

Prometeu-me amor sincero

Tua promessa não cumpriu

Eu confiei cegamente

No que você garantiu

Fez-me e gato e sapato

E sem ver de que sumiu.

 

Ingrata você fingiu

Ser só meu o teu amor

Acreditei em você

Em ser mulher de valor

Inescrupulosamente

Plantou no meu peito a dor.

 

Não, Não e não,

Não venha me seduzir

Com charme malicioso

Não vou mais me iludir.

 

Você mulher sem caráter

Não merece meu respeito

Manchou minha dignidade

Despedaçou o meu peito

Machucou meu coração

Fez-me homem sem conceito.

 

Bandida e traiçoeira

Você se comprometeu

Amor sincero e puro

Você a mim prometeu

Com o primeiro que surgiu

Você se escafedeu.

 

Não, Não e não,

Não venha me seduzir

Com charme malicioso

Não vou mais me iludir.

 

 

 

Aventurou-se com outro

Deixou-me abandonado

Só pensando em tua vida

Mas seu plano deu errado

Dizendo-se arrependida

Ao relembrar seu passado.

 

Você me pede perdão

Agora é tarde demais

Pedi pra Não ir embora

Não quis ouvir-me Jamais

Posso até te perdoar

Mas com você nunca mais.

 

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

sábado, 14 de fevereiro de 2026

3.431 - EU JAMAIS HEI DE ESQUECER

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 10 02 202.

 

 

Não nasci pra aboiar

Mas nasci pra ser vaqueiro

Sou poeta escritor

E filho de violeiro

Da terra do lavrador

Do interior brasileiro.

 

Eu nasci no Comboeiro

Sou da família Alencar

Cearense cabeça chata

Tenho amor ao meu lugar

Querida Acopiara

Lugar bom de se morar.

 

Cedo eu fui trabalhar

Em nossa propriedade

Para ajudar os meus pais

Criar minha irmandade

Onde vivi minha infância

E a minha mocidade.

 

O que eu digo é verdade

Não existe trapalhada

Nasci na casa de taipa

As margens duma estrada

Da casa onde nasci

Já não existe mais nada.

 

Quase numa encruzilhada

Localizava um curral

Na sombra de um juazeiro

La ficava o animal

E um pé de cajarana

Plantada no meu natal.

 

Como é muito legal

Eu gosto puder lembrar

Do canto da passarada

E das noites de luar

Eu tenho prazer imenso

Meu passado relembrar.

 

Eu vivo a recordar

Os tempos bons que passei

A minha vida no campo

Eu jamais esquecerei

E quem sabe no futuro

Para o campo voltarei.

 

 

Dos bons tempos que passei

Eu sou feliz em dizer

Dar vontade de chorar

E aos bons tempos reviver

Da minha vida no passado

Eu jamais hei de esquecer

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

 

3.430 - QUE FAÇO NINGUÉM REPROVA

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 14 02 2026.

 

 

Não tenho tempo a perder

Com conversa sem futuro

Assim faço-te saber

Não assino no escuro.

 

Sou livre independente

Para fazer o que quero

Sou um cara inteligente

Safadeza não tolero.

 

Sou amigo do amigo

Respeito meu inimigo

Não falo mal sem ter prova.

 

A traição me dar ira

Desconjuro a mentira

Que faço ninguém reprova.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

3.429 - DESEQUILIBRDO

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 11 02 2026.

 

 

Um sujeito sorrateiro

Fez-me uma indagação

O senhor é forasteiro?

Eu lhe respondi que não.

 

Aonde que o senhor mora?

Quero saber a verdade

Eu lhe respondo agora

Eu moro aqui na cidade.

 

O sujeito era tinhoso

Esquisito, presunçoso,

Imbecil, mal encarado.

 

Metido a inteligente

Na verdade delinquente

Viril, desequilibrado.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.428 - PRA COMPRAR O MEU BOCADO

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 08 02 2026.

 

 

Eu me encontro na praça

Já passa do meio dia

Um tanto quanto sem graça

Sem perder a alegria.

 

Tô na praça da matriz

C o corpo dolorido

A minha saúde diz

Sou um doente atrevido.

 

Quase sem puder andar

Sem forças pra trabalhar

Mas me sinto obrigado.

 

Empurrando um carrinho

Pra ganhar um dinheirinho

Pra comprar o meu bocado.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.427 - POR MEU AMOR DESPREZADO

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 08 02 2026.

 

 

Aquele pássaro que voa

No alto do firmamento

Por ter sido abandonado

Curtindo seu sofrimento

Tenta encontrar seu amor

Pra sair deste tormento

Assim também vive eu

Com o meu padecimento.

 

Aquela ave que canta

Canta para não chorar

Seu amargor, sua dor,

Como ao mundo avisar

A perca do seu benzinho

Que foi não quer mais voltar

Assim também vive eu

Sem puder me consolar.

 

Aquela ave tristonha

No galho da laranjeira

Está triste inconsolável

Por perder a companheira

Com saudades do seu par

Sonha com ela a noite inteira

Assim também vive eu

Por perder minha parceira

 

Aquela ave que geme

Com o coração traspassado

Por perder sua querida.

Seu peito foi mutilado

Pelo golpe da traição

Teve seu brio frustrado

Assim também sou eu

Por meu amor desprezado

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

domingo, 8 de fevereiro de 2026

3.426 - REMEDIO QUE VAI SALVAR MINHA VIDA

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 03 02 2026.

 

 

Cadê você que não vejo

Aonde vou lhe encontrar

Porque que fostes embora

Sem ao menos me avisar

Meu coração triste chora

Pedindo-te pra voltar.

 

Você deixou nosso lar

Sem nenhuma explicação

O que, que fiz de errado,

O motivo e a razão

Pra se aventurar om outro

Deixar-me na solidão

 

Ouça o meu coração

Esqueça o que passou

Quero-te de qualquer jeito

Sem ver o mal que causou

A este pobre coitado

Que a muito te perdoou.

 

Minha alma já te perdoou

A todo mal que me fez

Arrume as malas depressa

Sem duvidas nem talvez

Pegue o transporte e venha

Pra nosso lar duma vez.

 

Pois todo o mal que me fez

Esta no esquecimento

Favor não perca mais tempo

Tire-me deste relento

Vo9lte logo meu amor

Não ver o meu sofrimento.

 

Você é meu acalento

Meu amor, minha querida,

A dor tá me consumindo

No peito cresce a ferida

Pois você é o remédio

Que vai salvar minha vida.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.425 - EU GOSTO DE POETAR

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 07 02 2026.

 

 

Sou poeta de raiz

Vate da nossa cultura

Sou poeta poemista

Sertanejo com bravura

E filho de repentista

Amo a literatura.

 

Um poeta sem censura

Que gosta de escrever

Sou de tradição poética

E defensor do saber

Sou humilde cordelista

Cumpridor do meu dever.

 

Escrevo pro povo ler

Sem a ninguém difamar

Tiro versos da cachola

E sem escandalizar

Com minha inspiração fértil

Adoro poetizar.

 

Sem medo de versejar

Sou poeta nordestino

Escrevendo poesias

Eu cumpro com meu destino

Tenho orgulho sadio

De ter este dom divino.

 

Eu já não sou mais menino

Escrevo e dou garantia

Não plagio de ninguém

Escrevo com alegria

Levo a paz e o amor

Para que me aprecia.

 

No ramo da poesia

Eu sou bem desenvolvido

Por poeta escritor

Sou no mundo conhecido

E minhas obras poéticas

No mundo eu sou bem lido.

 

Sou um cara prevenido

Isto posso comprovar

Conhecedor do que faço

Faço sem titubear

Sou sincero em dizer

Eu gosto de poetar.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

domingo, 1 de fevereiro de 2026

3.424 - QUE A MORTE É O FIM DA VIDA

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 01 02 2026.

 

 

A morte é o fim da vida

Não há o que duvidar

Uma assassina cruel

Que nasceu para matar

Por mais esperto que seja

Dela não vai se livrar.

 

A morte e de lascar

Não há onde se esconder

Ela estar em toda parte

E tem enorme poder

Não tem corpo, não tem alma,

E a ela ninguém ver.

 

Um desmancha prazer

Ela não tem coração

Quando menos se espera

Ela entra em ação

A morte e intocável

Não deixa rastro no chão.

 

Ela faz destruição

A todo lugar que vai

Quando cisma com alguém

Do pé do alguém não sai

A morte é ser sagaz

Em armadilhas não cai.

 

Em armadilhas não cai

É covarde e traiçoeira

Pra morte não há perdão

E vingativa e veleira

E inimiga da vida

Humilhante e grosseira.

 

Ela adora bagaceira

Gosta muito de tragédia

Ela e mal e demagoga

E gosta de fazer média

Dos crimes feitos por ela

Não cabe em enciclopédia.

 

Matar pra ela é comedia

É farra e diversão

Ela mata por brincadeira

Faz brigar e confusão

Poe mulher contra mulher

Cidadão com cidadão.

 

 

Ela não tem amor não

Vive da desgraça alheia

Mesmo não sendo visível

Dizem que tem cara feia

Com seu instinto maligno

A vida ela odeia.

 

Quando ela nos rodeia

Não existe escapatória

Não há como fugir dela

Matar pra ela e vitória

Querendo ou não querendo

Conhecemos sua historia.

 

Matando ela faz historia

Em todas formas de matar

Em acidentes de carros

Mata pra se apresentar

Em acidentes de motos

Não deixa o alvo escapar.

 

Pois a arte de matar

 É o se maior legado

Ama matar enforcado

Numa corda pendurado

Em mares, rios e açudes,

A morte mata afogado.

 

Mata o sujeito sentado

Correndo ou caminhando

Ela mata em enfarte

Mata rindo ou chorando

Mata de fome e sede

Se divertindo e cantando.

 

Mata calado e falando

Onde quer que se esteja

Ela não escolhe lugar

Em lugar que ninguém veja

Mata com remédio errado

Bebendo agua ou cerveja.

 

No trabalho, em peleja,

No esporte, no lazer,

Seu ódio ela despeja

No vivente que ela ver

Ela se acha suprema

Não tem Nada a perder.

 

Quem a ela não temer

Deixa ela aborrecida

Logo procura um jeito

Para lhe tirar a vida

Com a morte não se brinca

A morte é intrometida

 

 

A morte é comprometida

Cm a desgraça do vivente

Ela mata a sangue frio

Na sombra ou no sol quente

Depois sai dando risadas

Sem qualquer pena da gente.

 

Ela mata de repente

Até numa brincadeira

De forma acidental

No meio de muita gente

Mata quando tá dormindo

E brinca de matar gente.

 

Ela mata inocente

A morte é implacável

É um ser repugnante

Um monstro intolerável

A sua ação criminosa

Considero inaceitável.

 

Uma tese inaceitável

Que ela não faz distinção

Trata a todos por igual

Não faz discriminação

Mas se dependesse de mim

Não havia morte não.

 

Mesmo que digam que não

Eu sou contra a morrer

A vida é uma dádiva

Feita pra gente viver

Não a passagem de vida

Como tem gente que crer.

 

A morte é desprazer

Que foi feita pra matar

Com ela não há acordo

Discorde quem discordar

A morte é fim da vida

Não há outro termo a dar.

 

A morte nos faz chorar

Ao matar um filho nosso

Nossos pais, avós e tios,

Evitar isto não posso

Eu seria criminoso

Se defendesse este troço.

 

Maior inimigo nosso

E o carrasco da luz

Matou até Jesus Cristo

Cravado em uma cruz

Vejam quão atrevimento

Que a morte nos traduz.

 

 

 Que a morte nos seduz

Fazer-nos acreditar

Que ela é justiceira

Na profissão de matar

Meio de transporte

Pra outra vida levar.

 

E modo de castigar

De punir ao o vivente

Animais e vegetais

Sofrem com esta serpente

Quando não mata enfartado

Antes faz ficar doente.

 

Pra tristeza do vivente

Mata em vento e furacão

M torrentes, enxurradas,

M enchentes e vulcão

Mata em descargas elétricas

Na cidade e no sertão.

 

Mata em revolução

Conflito, atrito e guerra,

Em incêndios e doenças,

Deslizamento de terra

Desabamentos de casas

Perdido em trilhas na serra.

 

Quem descreve isto não erra

Mata em queda e avião

Afundamento de barcos

No trabalho em ação

Mata em banhos na praia

Em poço e cacimbão.

 

Em festas e diversão

Na rua e na escola

Marido mata mulher

E irmão mata irmão

Filhos matam pai e mãe

 Mulher marido então.

 

Não existe escapação

Ela arranja um jeitinho

De fazer o seu trabalho

Fingindo amore carinho

Mata em arrombamento

Acompanhado e sozinho.

 

Mata amigo e vizinho

Mata a pessoa querida

A morte pior castigo

Cm o crime comprometida

Ate provar em contrario

A morte é o fim da vida.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.423 - ESTOU PERDENDO O MEU TEMPO?.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 01 02 202.

 

Estou perdendo o meu tempo?

Isto não sei responder

Ligo meu computador

Pra poesia escrever

Não para ganhar dinheiro

Simplesmente por prazer.

 

Faço do verso o lazer

E a minha diversão

Pois ama a poesia

De todo meu coração

Não vivo de poesias

Mas tenho admiração.

 

Não é minha profissão

Dela não ganho o sustento

Versejo com muito amor

Ela serve de alento

A caixa de desabafos

Que me tira do relento.

 

Vivo do meu aposento

E venda de picolé

Enfreno sol e poeira

Mas com muito amor e fé

Na esperança e crente

Em Jesus de Nazaré.

 

Veja a coisa como é

Não muito bem preparado

Até recebo elogios

Que e deixam alegrado

Mas também recebo críticas

Que mancham o me legado

 

Sou um cara conformado

E procuro entender

E de forma educado

Eu tento me defender

E aos que me elogiam

Eu busco agradecer.

 

Eu escrevo com prazer

Expresso alegria e dor

Me liberto do estresse

Readquiro o humor

Estou perdendo o meu tempo?

Por escrever por amor.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.422 - EM SER OU NÃO SER EU NÃO VOU SER.

 

Autor: Erivaldo Alencar

 

Letra: 01 02 2026.

 

 

Pensar ou não pensar não vou pensar

Fazer ou não fazer não vou fazer

Amar ou não amar não vou amar

Dizer ou não dizer não vou dizer.

 

Fingir ou não fingir não vou fingir

Gritar ou não gritar não vou gritar

Sentir ou não sentir não vou sentir

Cantar ou não cantar não vou cantar.

 

Brigar ou não brigar não vou brigar

Correr ou não correr não vou correr

Beijar ou não beijar não vou beijar

Querer ou não querer não vou querer.

 

Mentir ou não mentir não vou mentir

Voltar ou não voltar não vou voltar

Ouvir ou não ouvir não vou ouvir

Brincar ou não brincar não brincar.

 

Caçar ou não caçar não vou caçar

Beber o não beber não vou beber

Bailar ou não bailar não vou bailar

Comer ou não comer não vou comer.

 

Rifar ou não rifar não vou rifar

Crescer ou não crescer não crescer

Jogar ou não jogar não vou jogar

Pois em ser o não ser eu não vou ser.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.421 - PARA ASSIM EU VIVER BEM.

 

Auto: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 01 02 202

 

 

Não interessa quem sou

Nem sequer pra onde vou

Aonde vou não vou dizer

Sou livre independente

Sou apenas um vivente

Que quer tranquilo viver.

 

Minha maneira de ser

Posso até fazer saber

O que penso o que pretendo

A minha vida é minha

Basta não sair da linha

Pra continuar vivendo.

 

Pois o que eu mais pretendo

Viver a vida vivendo

Sem a ninguém perturbar

Sem fazer nada errado

Viver despreocupado

Sem de nada reclamar.

 

Sem a ninguém difamar

Ferir nem desrespeitar

Fazendo aquilo que quero

Voar livre no espaço

Sem ter qualquer embaraço

Buscando o que espero.

 

Desavenças, não tolero,

Pra conquistar o que quero

Acreditar no meu eu

Sem com ninguém discutir

Para que eu possa ir e vir

No muno que Deus me deu.

 

Vivendo como plebeu

Caminhado aqui vai eu

Escrevendo poesias

Narro com simplicidade

Sempre buscando a verdade

Esbanjando alegrias.

 

Após noites, após dias,

Enfrentando calmarias

Em um mundo tenebroso

Enfrentando desafios

Violências e frios

Em um mundo perigoso.

 

 

Sou um cara cauteloso

Como crente fervoroso

Em Jeová, criador.

Com amor no coração

Pregando a salvação

Em Cristo nosso senhor.

 

Da vida sou protetor

Recebendo e dando amor

Fazendo o que me convém

Vivendo em meu degredo

Sem violência nem medo

Para assim eu viver bem.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

 

domingo, 25 de janeiro de 2026

3.420 - NA CURTA ESTRADA DA VIDA.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 25 01 2026.

 

 

Momentos em minha vida

Que me sinto fracassado

São tantos os desafios

Resolver, tenho buscado,

Quando penso ter vencido

Sou pela sorte enganado.

 

Vejo-me desnorteado

Mais uma luta perdida

Busco Daqui e dali

Más a má sorte atrevida

Atravessa em meu caminho

Perturbando minha vida.

 

Na curta estrada da vida

O tempo passa ligeiro

Qualquer que seja o atraso

O prejuízo é certeiro

Na corrida contra ao tempo

Vale quem chega primeiro.

 

Não quero se derradeiro

Tenho muito que correr

Sem cair em desespero

Para corrida vencer

Não posso me atrasar

Caso eu queira vencer.

 

A vontade tem poder

A persistência também

Enquanto vida tiver

E com a fé que se tem

No Mestre da criação

A vitória logo vem.

 

Não discurso com desdém

Más com fé e confiança

Tudo na vida é possível

Com raça e perseverança

Sem perder o equilíbrio

E lutar com esperança.

 

Tenho em Deus a confiança

A coragem de trabalhar

Defender meus interesses

Sem jamais desanimar

Com honestidade e brio

Não se deixar fraquejar.

 

 

Sem se deixar tropeçar

Pelas pedras do caminho

Sem ouvir os maus conselhos

Com fé amo e carinho

Na luta pela vitória

Sei que não estou sozinho.

 

Não importa que espinho

Que eu terei que pisar

Por forte que seja a pedra

Não irá me machucar

Maior que seja a ladeira

Não vai me fazer parar.

 

Vejo a idade aumentar

Ao tempo que só há ida

Não posso mais perder tempo

Pra ganhar esta corrida

Pois o tempo não dar tempo

Na curta estrada da vida.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 18 de janeiro de 2026

3.419 - SOU POETA PERSISTENTE

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 18 01 2026.

 

 

Sou poeta insistente

Persistente e teimoso

Eu jamais desistirei

Daquilo que faz meu gozo

Pois amo tudo que faço

Que faço sou cuidadoso.

 

Eu já sei que sou teimoso

Pra lutar pelo que quero

Primo pela persistência

Desistência não tolero

Não temo aos desafios

Vencer é o que espero.

 

Sou um sujeito sincero

Tenho muito que narrar

Sobre minha persistência

Brevemente vou contar

Que sou e o que quero ser

Um dia vou publicar.

 

A onde quero chegar

Eu sei que vou conseguir

Com dificuldade ou não

Altos degraus, vou subir,

Más subir com segurança

Para não ter que cair.

 

Pois não sou de desistir

Não admito fracasso

Sei que as coisas não fáceis

Tenho enfrentado embaraço

Pra conseguir o que quero

Misturo e faço o traço

 

Sou duro em queda de braço

Pois sou um cara valente

Luto com unhas e dentes

Que vou vencer eu sou crente

Desistência é fraqueza

Sou poeta persistente

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

3.418 - CARROSSEL DE POESIAS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 15 01 2026.

 

 

Sou poeta escritor

Que adora escrever

A poesia sensata

Cm inspiração e prazer

Que faz da literatura

Obrigação e dever.

 

Escrevo pro leitor ler

Em todas as partes do mundo

Minha poesia simples

Traz sentimento profundo

Para que todos conheçam

Ao mundo todo difundo.

 

Meu versar é oriundo

Dar-me muita alegria

Quanto mais sou acessado

Bem mais me dará harmonia

Sinto-me incentivado

Pra escrever poesia.

 

Tanto faz noite ou dia

Parado ou caminhando

Não importa o lugar

Se deitado ou trabalhando

No sol quente ou na sombra

Se estou indo ou voltando.

 

Só sei que estou chegando

E não pretendo sair

Pra escrever poesias

E nela me divertir

Extravasar meus anseios

Sem medo de ir e vir.

 

Jamais eu vu desistir

Pois falo o que bem quero

Viajando em meus sonhos

Intromissão não tolero

De alcançar o sucesso

Na vida o que espero.

 

Eu jamais me desespero

Pois tudo são alegrias

Enfrento os desafios

Sem temor nem ironias

Assim vou de carona no

Carrossel de poesias.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.417 - É DEVER E OBRIGAÇÃO.

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 14 01 2026.

 

 

Eu busco vida melhor

E minha comunidade

Enfrentando desafios

Em nossa sociedade

Entre crentes e incrédulos

Sem ter medo da verdade.

 

Sem ter medo da verdade

Lanço-me de corpo e alma

Fazendo prevalecer

A prudência e a calma

Sem crísticas destrutivas

Pra ter minha alma salva.

 

Pra ter minha alma salva

Exercerei o amor

Por onde que eu passar

Levar a paz do Senhor

E praticar a justiça

Com afeto e humor.

 

Com afeto e humo

Pregar somente a verdade

Fazer bem sem ver a quem

Com responsabilidade

Com Jesus no coração

Buscar a eternidade.

 

Buscar a eternidade

Ser crente no Criador

Amar a meu semelhante

Com respeito e pudor

Reconhecer a Jesus

Meu legítimo salvador.

 

Meu legítimo salvador

Não me apossar do alheio

Tomar o que é dos outros

Além de crime é feio

Opinar pelo diálogo

Sem ódio, nem arrodeio.

 

Sem ódio, nem arrodeio,

Fazer a minha vontade

Ajudando a quem precisa

Com respeito e honestidade

Sempre defendendo a vida

Com bravura e humildade.

 

 

Com bravura e humildade

Natureza defender

Lutar pela harmonia

Ao o humilde proteger

Levar alegria a todos

Sem a ninguém ofender.

 

Sem a ninguém ofender

Nem machucar o irmão

Ouvir pra fazer ouvir

E sem discriminação

Reconhecer minhas faltas

É dever e obrigação.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar