Autor: Erivaldo Alencar.
Letra: 21 04 2026.
Quantas alegrias sinto no
peito
Quando vou visitar o meu sertão
A terra molhada, clima
perfeito,
Feliz inalar o cheiro do chão.
A casa de taipa onde nasci
Infelizmente não existe Mais
A casa de tijolos onde
cresci
Já não é mais dos meus queridos pais.
Velhas estradas por onde
passei
Os terreiros em que tanto
brinquei
Os meus passados tempos de
criança.
A cajarana que tem minha
idade
Os bons tempos da minha mocidade
Ainda guardo no peito a
lembrança.
Francisco Erivaldo Pereira
Alencar.