sábado, 8 de agosto de 2026

3.496 - CURA-ME QUE ESTOU DOENTE

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 08 08 2026.

 

 

Em dizer eu sou sincero

Es a mulher que venero

Única mulher que quero

Pra ser minha companheira

Pode em mim acreditar

Eu nasci pra te amar

Custe o tempo que custar

Vai ser minha a vida inteira.

 

Sou por ti apaixonado

Sou um louco desvairado

Maluco abestalhado

Por você mulher querida

Eu confesso meu amor

Que não sou merecedor

Só você cura a dor

De minha alma ferida.

 

Sei que não gosta de mim

Mas te amo mesmo assim

Sei que tu és o meu fim

Por ti eu sou condenado

Teu amor pertence a outro

Beija-me pensando noutro

O teu coração e doutro

Mas não te quer ao seu lado.

 

Por ti vivo a padecer

Meu sofrimento não ver

Poderei até morrer

Se você não me aceitar

Diga-me que você quer

Peça o que bem quiser

Par4a ser minha mulher

R pra sempre me amar.

 

Tu podes acreditar

Tenho muito amor pra dar

Pra sempre hei de amar

A ti querida somente

Atenda este infeliz

Juro ti fazer feliz

Se é o remédio que diz

Cura-me que estou doente.

 

 

 Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.495 - O TRABALHO ME FAZ BEM

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 03 08 2026.

 

 

Sou cara trabalhador

E gosto de trabalhar

Trabalho com muito amor

Não paro pra descansar.

 

Eu tenho disposição

Preguiça eu não conheço

Moleza não tenho não

Trabalho é meu endereço.

 

No trabalho eu sou manso

Trabalhando eu não canso

O trabalho me convém.

 

Trabalhar maior virtude

É remédio pra saúde

O trabalho me faz bem.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

3.494 - COM ALEGRIA E APRAZER

 

Autor; Erivaldo Alencar.

 

Letra: 03 08 2026.

 

 

Eu acordo todo dia

As quatro da madrugada

Minha maior alegria

D4spertar com a passarada.

 

Ao Deus sou agradecido

Por mais um dia de vida

Levando-me destemido

Para cumprir minha lida.

 

Sem ter por que esperar

Das coisas eu vou cuidar

Tenho muito que fazer.

 

Com muita disposição

Faço minha obrigação

Com alegria e prazer.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

domingo, 26 de julho de 2026

3.493 - NEM MORTO VOU TE QUERER

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra; 24 07 2026.

 

 

Eu não sei quem é você

Nem estou lhe entendendo

Você diz ser minha amada

Confesso que não entendo

Onde que me conheceu

Ou o que lhe estou devendo.

 

Pelo jeito que estou vendo

Você está enganada

Tu me confundes com outro

Totalmente equivocada

Pois eu não sou quem tu pensas

Estou fora desta jogada.

 

Saia da minha estrada

Vai buscar noutro lugar

A pessoa que tu amas

Deixe de me perturbar

A pessoa que procura

Em mim não vai encontrar.

 

Não adianta chorar

Por quem pensas que conhece

Olhe bem para meus olhos

Eu não sou por que padece

Eu nunca te vi na vida

Sofrer por mim não merece.

 

Favor mulher me esquece

Tu estás me perturbando

Nunca te vi nem em sonhos

Porque andas me buscando

O alguém a quem procuras

Não está te procurando.

 

Não está me escutando

Já cansei de te dizer

Eu não sou quem você pensa

Tente me compreender

Sequer sei que é você

Nem morto vou te querer.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

3.492 - EU BEM QUE TE AVISEI

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 24 07 2026.

 

 

Eu muito de avisei

Sem ser uma mulher centrada

O mundo dar muitas voltas

É tortuosa a estrada

Tivesse muito cuidado

Pra não cair em cilada.

 

Pensei esta preparada

Enganei-me completamente

Você não quis me ouvir

Dizia ser competente

Era uma mulher capaz

E das outras diferente.

 

Chamava-me de doente

Um sujeito abestalhado

Guardasse os meus conselhos

Para ser por eu usado

Tu eras dona de si

Não queria meu cuidado.

 

Fiquei despreocupado

Fiz de contas entender

Não precisava de mim

Sabia o que fazer

Tu não eras mais criança

Sabia se defender.

 

Deixei o tempo correr

Sem jamais interferir

Era dona do nariz

Que não ia sucumbir

Sendo uma mulher de fibra

Jamais iria cair.

 

Eu tentei te prevenir

Pois tenho experiência

O mundo é uma escola

Disto tenho consciência

São muitos os desafios

Vence-los só com prudência.

 

Nadinha de violência

Muita calma e atenção

Domine o seu instinto

Ou o seu coração

Cuidado muito cuidado

Pra não ter decepção.

 

 

Tu pises firmes no chão

Cuide pra não tropeçar

Ande com muito cuidado

Pra não desequilibrar

Pois cair e muito fácil

Difícil é levantar.

 

Pois não vai se enfezar

Com o conselho que dou

Tu não és dono do mundo

Ele você não ganhou

O mundo é todo nosso

Jeová quem nos doou.

 

O mundo não acabou

Nem você está perdida

Dos erros que cometestes

Diz está arrependida

Por tudo sair errado

Você se sente ferida.

 

Viveu a vida iludida

Levando vida anormal

Fazendo o que queria

Aos outros fazendo mal

Humilhando se exaltando

Pra você não tinha igual.

 

O castigo ê normal

Está sofrendo eu sei

Tá pagando o que fizestes

Muitos conselhos lhe dei

Errastes porque quizestes

Eu bem que te avisei

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

3.491- SINCERAMENTE NÃO SEI

 

Autor: ErivaLdo Alencar.

 

Letra: 21 07 2026.

 

 

As vezes tenho pensado

Que estou mau informado

Até mesmo enganado

Que eu talvez não sou eu

Vezes penso que sou outro

Ou que eu esteja noutro

Falar de mim falo doutro

Que em mim outro nasceu.

 

Quando eu vejo alguém

Fico pensando é quem

Onde vai de onde vem

Ele é eu ou eu sou ele

Na vida sou embaraço

Se sou laçado ou laço

Sou abraçado ou abraço

Se tá em mim ou tou nele.

 

Não sei se estou vivendo

Se fazendo ou desfazendo

Entendido ou entendendo

Se sou ou deixo de ser

Se eu sou ou não segredo

Se eu tenho ou não medo

Sou enredado ou enredo

Se vou ganhar ou perder.

 

Eu não sei se vou ou fico

Sou aplicado ou aplico

Se eu sou pobre ou rico

Se sou ou não companheiro

Se existo ou não existo

Se insisto ou desisto

Se creio ou não em Cristo

Sou falso ou verdadeiro.

 

Eu nasci ou vim a fura

Se sou ou não criatura

Se tenho ou não cultura

Eu sou gente ou animal

Sou feliz ou infeliz

Sou filial ou matriz

Sou o que o povo diz

Sou normal ou anormal.

 

Se eu sou ou não poeta

Sou profeta ou não profeta

Eu sou sábio ou pateta

Se eu fui, ou sou ou hei

Eu me vejo ou não me vejo

 Eu tenho ou não desejo

Eu festejo ou não festejo

Sinceramente não sei.

 

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar

domingo, 19 de julho de 2026

3.490 - NEM TUDO ESTÃO PERDIDOS

 

Autor: Erivaldo Alencar.

 

Letra: 19 07 2026.

 

 

As coisas estão difíceis

Ninguém tem mais paciência

Por coisas sem fundamentos

Falta de amor e prudência

E por motivos banais

Já partem pra violência.

 

Em meio à turbulência

Que o mundo estar passando

Ninguém busca soluções

Ficam por Deus esperando

Enquanto o povo se cala

O ódio vai aumentando.

 

De longe observando

Vejo o mundo desabar

Um reclamando daqui

Vendo o crime dominar

Os clamores por justiça

Se ouve em todo lugar.

 

Fico a me perguntar

Quando é que vai ter fim

Já não suportamos mais

Vivermos presos assim

Sem liberdade pra nada

A vida fica ruim.

 

Todo mundo fala sim

Da falta de segurança

Na politica e na justiça

Não se tem mais confiança

O que nos resta agora

E ter em Deus esperança.

 

Tanto assalto e matança

Acontece a toda hora

Estupro e desacato

É sentido mundo afora

Abandono de crianças

Triste meu coração chora.

 

Em partes do mundo agora

Tem guerras acontecendo

Muitas pessoas são mortas

Num sofrimento horrendo

Somente os promotores

De guerras não estão vendo.

 

 

O que estou escrevendo

São puramente verdade

Cidades são destruídas

Sem qualquer necessidade

Por simples ignorância

Ganancia e vaidade.

 

Não vejo necessidade

Pra tanta destruição

Países são invadidos

Por gente sem compaixão

E outros ameaçados

Sem ter justificação.

 

É nação contra nação

Com armamento pesado

É o forte contra o fraco

Cada um mais preparado

E no final da história

O fraco é derrotado.

 

Eu vejo por outro lado

Que a guerra não convém

Nós precisamos de paz

Pra puder vivermos bem

Guerra é o fim da paz

Em guerra paz ninguém tem.

 

O que eu vejo também

Mas passa despercebido

A fome reina na terra

Por este mundo perdido

Por causa de tantas guerras

O faminto é esquecido.

 

 O povo mal assistido

Já perdeu a esperança

De chegar dias melhores

Como saúde bonança

Um pouco de dignidade

Não se tem mais confiança.

 

Não sou de fazer lambança

Vejo com seriedade

Tanta gente sem trabalho

Esmolando na cidade

Não brinco com coisa seria

O que escrevo é verdade.

 

Vejo que a sociedade

Se sente desprotegida

Paga tudo que e imposto

Enfrenta crise atrevida

E por quem e de direito

Ela é desassistida.

 

 

Até nossa própria vida

Esta correndo perigo

Por pessoas má caráter

Leva ao povo ao desabrigo

Jogam-nos fora de casa

Como forma de castigo.

 

Entender eu não consigo

Porque tanta humilhação

O erro passa ser certo

O certo perde a razão

Quem tem o dinheiro manda

O liso vai pra prisão.

 

Nós vivemos na prisão

Em o nosso próprio lar

Sem direito a lazer

E sem direito a mandar

Sem ter a quem recorrer

Nem sair pra trabalhar.

 

Tanta gente a esmolar

Pelas ruas da cidade

Sem ninguém pra trabalhar

Digo com sinceridade

LADRÕES ROUBANDO LADRÕES

É uma calamidade.

 

A falta de honestidade

Atinge o mundo inteiro

O povo esta cansado

Viver neste tabuleiro

De jogos que não tem regras

Pela busca do dinheiro.

 

Que se ver no mundo inteiro

É a falta de amor

Não existe mais dialogo

Sentimento nem pudor

A maldade anda solta

Causando medo e terror.

 

Crime, tristeza e dor

Apavora nossa gente

Milícias e criminosos

Estão na linha de frente

Matam, roubam e assaltam

Trabalhador inocente.

 

O povo tá dependente

A todas situações

A políticos desonestos

Metidos em corrupções

Somente lembram do povo

Em tempos de eleições.

 

 

E os que fazem profissões

De invadir o alheio

Tomando o que dos outros

Sem compaixão nem receio

Botam os donos pra  fora

Matam os que ficam no meio.

 

Pergunto-me sem receio

A justiça onde estar

Homens matando mulheres

Mulheres a homem matar

Sem ter punição severa

Não sei como vai ficar.

 

Jamais vou me ausentar

Do mundo religioso

Fraldes e enganações

Onde líder presunçoso

Faz assédio sexual

E pregam o duvidoso.

 

Discurso malicioso

Há nas redes sociais

Mentiras e desavenças

Preposições imorais

Gentes aplicando golpes

Como se fossem normais.

 

Não admito jamais

Há certos procedimentos

Encomenda por delivery

Casos de envenenamentos

Como prova de vinganças

De gentes sem sentimentos.

 

Estou a todos momentos

Mostrar a realidade

Que nos encontramos hoje

Diante de tanta maldade

Parece que o humano

Perdeu a dignidade.

 

É triste, mas é verdade,

Continuar assim não dar

Eu rogo as autoridades

Que parem para pensar

Que busquem formas urgentes

Pra violência acabar.

 

Precisam dialogar

Todos bem comprometidos

Não se faz a paz com guerras

São fatos já discutidos

Reconheço não ser fácil

Mas nem tudo estão perdidos.

 

Francisco Erivaldo Pereira Alencar